Domínio Italiano na Produção e Exportação de Massas em 2024

Editado por: Olga Samsonova

A Itália reafirma sua posição de liderança no mercado global de massas, registrando um consumo per capita anual de 23,3 kg, o mais elevado a nível mundial. Este volume consolida a nação como o principal consumidor individual, superando outras economias significativas.

No contexto da União Europeia (UE), a demanda interna permanece robusta, com o bloco ultrapassando 4 milhões de toneladas consumidas no período de apuração mais recente. A Itália é o motor produtivo do continente, gerando 4,1 milhões de toneladas de massa em 2024, o que representa 69% do volume total produzido pela UE. A produção total da UE em 2024 atingiu 6,0 milhões de toneladas, avaliadas em 9,1 mil milhões de euros, marcando uma redução de 5% no volume em comparação com 2023, embora o valor tenha crescido 3%.

A Itália mantém o título de maior produtor mundial, com uma geração de 4,1 milhões de toneladas em 2024, um feito atribuído à sua competitividade em inovação e qualidade de produto. A produção mundial totalizou aproximadamente 17 milhões de toneladas no mesmo ano, segundo dados da Unione Italiana Food e da International Pasta Organisation.

A proeminência italiana estende-se ao comércio internacional. As exportações italianas de massa atingiram 2,2 milhões de toneladas no último ano completo, correspondendo a 77% do total exportado pela UE. Cerca de 1,5 milhão de toneladas foram destinadas a outros países membros da UE, enquanto o restante seguiu para mercados externos, com o Reino Unido e os Estados Unidos como principais destinos fora do bloco europeu.

A Grécia, segundo maior consumidor individual na UE, registrou um consumo per capita de 12,2 kg, posicionando-se globalmente em quarto lugar, atrás da Itália, Tunísia e Venezuela. O mercado global de massas, impulsionado pela busca por conveniência e opções saudáveis, como produtos sem glúten e à base de novos cereais, reflete a adaptabilidade do produto a diversos hábitos alimentares. Marcas italianas como Barilla e De Cecco continuam a ser referências, mantendo padrões rigorosos de fabricação, como a extrusão por bronze adotada pela De Cecco para otimizar a retenção de molhos.

Apesar da liderança italiana, países como Tunísia (17 kg) e Venezuela (15 kg) também apresentam índices elevados de consumo individual, conforme levantamentos de 2023, evidenciando a penetração do produto em diferentes culturas gastronômicas. A indústria foca em inovações como opções de alta fibra e à base de plantas para atender às novas exigências nutricionais, consolidando a massa como um pilar da cultura alimentar global.

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Fontes

  • Borsa italiana

  • Eurostat

  • Sky TG24

  • Eurocomunicazione.eu

  • Secolo d'Italia

  • Fondo Sviluppo

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