Record-breaking Antarctic drill reveals 23 million years of climate history phys.org/news/2026-02-a…
A equipe de perfuração em atividade. Foto: Ана-Тови/SWAIS2C
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Editado por: Uliana Soloveva
Record-breaking Antarctic drill reveals 23 million years of climate history phys.org/news/2026-02-a…
A equipe de perfuração em atividade. Foto: Ана-Тови/SWAIS2C
Em janeiro de 2026, uma iniciativa científica internacional sem precedentes alcançou um marco histórico no continente gelado. O projeto SWAIS2C (Sensibilidade do Manto de Gelo da Antártida Ocidental a 2°C) conseguiu extrair com sucesso um núcleo de sedimento de 228 metros de comprimento na região da cúpula de gelo Crary. Esta conquista representa o registro geológico mais extenso já obtido diretamente sob a camada de gelo antártica. Para atingir esse objetivo, a equipe de especialistas perfurou 523 metros de gelo sólido até alcançar depósitos que, segundo estimativas preliminares, abrangem uma cronologia de 23 milhões de anos, incluindo períodos em que o planeta enfrentou temperaturas muito superiores às metas atuais de aquecimento global de 2°C.
Mapa dos sítios de perfuração CIR e KIS3.
Situado a aproximadamente 700 quilômetros das bases de pesquisa mais próximas — a estação norte-americana McMurdo e a neozelandesa Scott Base — este arquivo geológico é fundamental para prever a estabilidade futura do Manto de Gelo da Antártida Ocidental (WAIS). O esforço colaborativo do SWAIS2C une cientistas de dez nações distintas, incluindo Nova Zelândia, Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Itália, Japão, Espanha, República da Coreia, Países Baixos e Reino Unido. O foco central desta cooperação internacional é decifrar como os mantos de gelo marinhos reagem quando a temperatura média global ultrapassa o limite crítico estabelecido em acordos climáticos.
A recuperação bem-sucedida do núcleo de 228 metros, composto por camadas de lama e rocha, ocorreu após duas tentativas frustradas devido a complicações técnicas nas temporadas de 2024 e 2025. Análises iniciais do material revelaram a presença de microfósseis marinhos, o que indica que, em épocas passadas, aquela região pode ter sido um oceano aberto em vez de uma área coberta por gelo permanente. A relevância desta descoberta é acentuada pelo fato de que o derretimento total do WAIS poderia elevar o nível do mar global entre quatro e cinco metros, tornando essencial a compreensão de sua vulnerabilidade térmica diante das mudanças climáticas antropogênicas.
Os dados obtidos, que atravessam milhões de anos, permitirão que climatologistas refinem modelos preditivos sobre a resposta do WAIS a aquecimentos que excedam o teto de 2°C estabelecido pelo Acordo de Paris. Os pesquisadores estão particularmente interessados em identificar camadas que correspondam ao último período interglacial, quando as temperaturas globais eram entre 1°C e 1,5°C superiores aos níveis pré-industriais. Naquela época, a contribuição do degelo antártico para a elevação do nível do mar pode ter alcançado entre 6 e 9 metros. O sucesso da missão, que contou com a participação de 29 especialistas, valida a viabilidade de obter registros diretos e abrangentes sobre o comportamento das margens do gelo em intervalos quentes do passado da Terra.
A professora Tina van de Flierdt, do Imperial College London e copresidente do SWAIS2C, destacou que este núcleo oferece a visão mais detalhada já obtida sobre o futuro potencial relacionado à elevação dos oceanos. Complementando essa visão, o também copresidente Huw Horgan, da Victoria University of Wellington, enfatizou que o conhecimento gerado é vital para a formulação de políticas públicas globais de resiliência climática. A urgência dessas informações é clara, considerando que cerca de 680 milhões de pessoas vivem atualmente em zonas costeiras de baixa altitude, áreas que enfrentam riscos diretos e iminentes diante das transformações no comportamento do manto de gelo antártico.
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