Unprecedented levels of forever chemicals found in dolphins and whales #TiredEarth #ForeverChemicals 🔗tiredearth.com/news/unprecede…
Níveis sem precedentes de substâncias químicas eternas (PFAS) encontrados em golfinhos e baleias
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Editado por: Tetiana Martynovska
Unprecedented levels of forever chemicals found in dolphins and whales #TiredEarth #ForeverChemicals 🔗tiredearth.com/news/unprecede…
Níveis sem precedentes de substâncias químicas eternas (PFAS) encontrados em golfinhos e baleias
Uma investigação científica minuciosa confirmou de forma inequívoca a contaminação generalizada de mamíferos marinhos nas águas da Nova Zelândia por substâncias perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas, mais conhecidas como PFAS ou os chamados “produtos químicos eternos”. A pesquisa analisou amostras de tecido hepático coletadas de 127 baleias e golfinhos encalhados, abrangendo um total de 16 espécies distintas de cetáceos dentados. Este estudo notável incluiu o golfinho de Hector, espécie endêmica, e três tipos de baleias-bicudas, representando a primeira avaliação global da exposição a PFAS para este último grupo taxonômico.
Scientists have sounded the alarm over toxic forever chemicals, after analysing 127 whales and dolphins. ➡️ l.euronews.com/85M9
Os cientistas alertaram sobre os tóxicos 'Forever chemicals', após analisar 127 baleias e golfinhos.
Os resultados obtidos lançam sérias dúvidas sobre a premissa ecológica de que os habitats oceânicos mais remotos e profundos funcionam como refúgios contra esses poluentes persistentes de origem humana, sugerindo uma saturação oceânica que se espalha por toda a parte. A vanguarda desta colaboração trans-Tasmânia foi liderada por pesquisadores da Te Kunenga ki Pūrehuroa Massey University. O esforço científico contou também com a participação fundamental da University of Wollongong, da University of Technology Sydney, do Australian Museum e da University of Auckland.
O objetivo central da investigação era discernir como o habitat primário de um animal influenciava a acumulação desses compostos químicos. Tais substâncias têm sua origem em produtos de uso diário, como utensílios de cozinha antiaderentes e espumas de combate a incêndios, empregados desde a década de 1950. É um legado químico que teima em permanecer no meio ambiente.
Em contraste com as expectativas iniciais dos cientistas, a análise revelou que o tipo de habitat se mostrou um preditor fraco para determinar os níveis de concentração de PFAS. Pelo contrário, as características biológicas intrínsecas dos animais emergiram como fatores muito mais determinantes na carga de poluentes acumulada. Observou-se consistentemente que os machos e os predadores de topo com maior longevidade apresentavam as maiores cargas de contaminantes. Mecanismos biológicos específicos governam as taxas de acúmulo de forma desigual, afetando notavelmente as fêmeas, que exibem concentrações mais baixas. Isso ocorre devido à transferência desses compostos lipofílicos para seus filhotes durante o período de amamentação.
As PFAS, sendo substâncias sintéticas que demonstram uma notável resistência à degradação natural, tendem a se concentrar em tecidos ricos em proteínas, como o fígado. Nesses órgãos, elas têm o potencial de desregular sistemas vitais, incluindo os sistemas endócrino, imunológico e reprodutivo. A Dra. Katharina Peters, do Laboratório de Ecologia de Vertebrados Marinhos da University of Wollongong, e o Dr. Frédérik Saltré, da University of Technology Sydney, ressaltaram que essas espécies indicadoras sinalizam uma ameaça significativa para a biodiversidade marinha em geral.
Este estudo fornece evidências contundentes de que nenhuma porção do oceano, desde as zonas costeiras até as fossas abissais, está imune a essa poluição. Tal contaminação agrava os estressores já existentes nas populações marinhas vulneráveis, muitos dos quais são impulsionados pelas mudanças climáticas. É um quadro complexo onde a química se encontra com a ecologia.
O Dr. Shan Yi, Biotecnólogo Ambiental e Químico na University of Auckland, confirmou a presença de PFAS em uma ampla gama de espécies estudadas. Contudo, ele fez questão de apontar que os efeitos de longo prazo na saúde dessas populações marinhas específicas ainda são uma área que exige modelagem e investigação aprofundada. As conclusões do trabalho sublinham a necessidade imperiosa de estabelecer uma ligação clara entre os níveis de exposição detectados e os efeitos adversos específicos na saúde, o que é crucial para avaliar corretamente os riscos tanto para cetáceos individuais quanto para as populações inteiras.
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