EUA Impõem Tarifas ao Irã em Meio a Avanço em Acordo Comercial Abrangente com Taiwan

Editado por: gaya ❤️ one

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decretou na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, a imposição imediata de uma tarifa de 25% sobre todas as nações que mantiverem relações comerciais com a República Islâmica do Irã. Esta diretriz, classificada pelo presidente como "final e conclusiva", elevou os custos para importadores americanos provenientes dos países afetados. A medida coercitiva surge em um momento em que os Estados Unidos monitoram intensas manifestações antigovernamentais no Irã, desencadeadas por severas condições econômicas e que evoluíram para pedidos de mudança na estrutura governante.

Dados verificados pela Human Rights Activists News Agency (HRANA) indicam que os confrontos no Irã resultaram em pelo menos 544 mortes e mais de 10.681 detenções até 12 de janeiro de 2026. As autoridades iranianas, incluindo o presidente Masoud Pezeshkian, têm atribuído os distúrbios à ação de "terroristas do estrangeiro". Em contraste diplomático, a embaixada da China em Washington manifestou oposição a tais "sanções unilaterais ilícitas", alertando que "guerras tarifárias e comerciais não têm vencedores". A Casa Branca, por sua vez, confirmou que, embora a diplomacia seja a via principal, opções militares permanecem sob análise.

Este movimento econômico ocorre enquanto a Suprema Corte dos EUA revisa a legalidade de tarifas anteriores impostas sob o International Emergency Economic Powers Act (IEEPA) de 1977. Economistas alertam que a adição destas novas tarifas às já existentes pode gerar um "choque significativo" no panorama econômico americano. Tarifas implementadas em 2025 já haviam elevado a inflação em meio ponto percentual, atingindo 2,7% naquele ano, com projeções para os primeiros seis meses de 2026 apontando um acréscimo adicional de 0,3 ponto percentual.

Em um desenvolvimento paralelo, Taiwan anunciou na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, que alcançou um "consenso geral" com os Estados Unidos para a finalização de um acordo comercial abrangente. As negociações, retomadas após o Presidente Trump ter estabelecido inicialmente uma tarifa de 32% sobre exportações taiwanesas (posteriormente reduzida para 20%), preveem agora uma redução das tarifas americanas para 15%, equiparando-as às taxas concedidas ao Japão e à Coreia do Sul. O Secretário de Comércio Howard Lutnick havia sinalizado a intenção de fechar novos acordos com Taiwan em setembro de 2025.

O cerne do pacto reside no compromisso da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) de expandir substancialmente sua presença fabril nos EUA, planejando a construção de um mínimo de cinco novas unidades de semicondutores no Arizona, somando-se a um projeto já existente de seis fábricas, o que pode totalizar um investimento superior a US$ 300 bilhões. O Presidente taiwanês, Lai Ching-te, vinculou a obtenção de termos favoráveis à intensificação do investimento nos EUA e ao aumento do dispêndio militar, propondo um orçamento suplementar de US$ 40 bilhões ao longo de oito anos para elevar o gasto de defesa nacional para 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. A ONU, em seu relatório de janeiro de 2026, projetou um crescimento do PIB dos EUA de 2% para o ano, apesar dos riscos tarifários.

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Fontes

  • Devdiscourse

  • ETV Bharat News

  • Yahoo! Finance

  • PBS News

  • The Guardian

  • The Washington Post

  • Reuters

  • Euractiv

  • The Japan Times

  • Taiwan News

  • AASTOCKS Financial News

  • The Straits Times

  • digitimes

  • Taiwan News

  • Reuters

  • TT - Transport Topics

  • The Japan Times

  • Korea JoongAng Daily

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