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Nova Técnica Usa a Sombra da Terra para Detetar Sondas Extraterrestres
Editado por: Uliana S.
Cientistas desenvolveram um método inovador que aproveita a sombra projetada pela Terra para identificar potenciais sondas extraterrestres, contornando as dificuldades impostas pela crescente quantidade de satélites e detritos espaciais. Esta abordagem, detalhada num estudo publicado na "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society", utiliza a escuridão natural da sombra terrestre como uma zona de observação privilegiada.
A equipa internacional de investigadores analisou mais de 200.000 imagens capturadas pela Zwicky Transient Facility (ZTF), um observatório localizado na Califórnia. O sistema automatizado NEOrion, desenvolvido para esta análise, examinou os dados focando-se especificamente nas regiões de sombra da Terra. Este método visa minimizar a interferência de objetos feitos pelo homem, que frequentemente refletem a luz solar, dificultando a deteção de anomalias.
Durante a análise, o sistema NEOrion identificou milhares de candidatos, incluindo flashes e objetos em movimento. A maioria destes foi rapidamente identificada como meteoros, aeronaves ou asteroides conhecidos. No entanto, um objeto em particular chamou a atenção: um objeto não catalogado que se movia a uma velocidade significativamente superior à dos asteroides típicos e que não correspondia a nenhuma entrada em bases de dados existentes. Embora a sua origem permaneça um mistério, a sua deteção sugere a possibilidade de tecnologia não humana nas proximidades.
Esta investigação representa um passo significativo na busca por inteligência extraterrestre (SETI), um campo que tem enfrentado desafios crescentes devido à poluição luminosa e à saturação do espaço próximo da Terra. A Zwicky Transient Facility, equipada com uma câmara de grande campo, é fundamental para este tipo de levantamentos, permitindo a observação de fenómenos transitórios e objetos em movimento. A capacidade da ZTF de escanear grandes áreas do céu rapidamente é crucial para a deteção de eventos fugazes.
Os investigadores estão a desenvolver o projeto ExoProbe, que visa criar uma rede de telescópios dedicados a este tipo de pesquisa. O ExoProbe utilizará observações simultâneas de múltiplos telescópios para determinar com precisão as distâncias de objetos misteriosos. Esta iniciativa surge num momento em que o interesse pela deteção de tecnossinaturas – sinais de tecnologias não humanas – está a aumentar, com projetos como o Galileo Project do Professor Avi Loeb a explorar métodos semelhantes. A análise de Beatriz Villarroel e da sua equipa, publicada pela Royal Astronomical Society, valida a viabilidade de realizar buscas sistemáticas utilizando telescópios existentes e novas técnicas de análise. A descoberta deste objeto anómalo, embora não conclusiva, abre novas avenidas para a investigação e sublinha a importância de inovar nas metodologias de busca por vida extraterrestre.
A Zwicky Transient Facility, que começou a operar em 2018, tem sido um protótipo para observatórios futuros, como o Vera C. Rubin Observatory, que acumulará ainda mais dados.
Fontes
Todo Noticias
Phys.org
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