Departamento de Guerra dos EUA não entrega 46 vídeos secretos de OVNIs ao Congresso no prazo de 14 de abril
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O Departamento de Defesa dos Estados Unidos não cumpriu a exigência do Congresso para o fornecimento de 46 vídeos confidenciais específicos sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs), cujo prazo expirou em 14 de abril de 2026. Até o dia 15 de abril de 2026, o órgão liderado pelo Secretário de Guerra, Pete Hegseth, não havia respondido à determinação, o que gerou uma nova onda de acusações de acobertamento por parte do governo.
O descumprimento do prazo agrava a tensão em torno dos esforços legislativos pela transparência em 2026. A iniciativa partiu da Força-Tarefa de Desclassificação de Segredos Federais, liderada pela Deputada Anna Paulina Luna. Em 31 de março de 2026, Luna enviou uma carta oficial ao Secretário Hegseth exigindo a entrega das gravações, estabelecendo o dia 14 de abril de 2026 como limite. Anteriormente, em fevereiro de 2026, o presidente Donald Trump havia emitido uma diretriz para a desclassificação de arquivos relacionados a UAPs e vida extraterrestre, servindo de pano de fundo para os eventos atuais.
Os 46 vídeos solicitados abrangem incidentes ocorridos em diversas localidades geográficas, incluindo o Golfo Pérsico, o Afeganistão, o Mar da China Oriental e áreas de destacamento das forças navais americanas. Entre os fenômenos documentados, segundo relatos de fontes internas, figuram objetos em formato de "Tic-Tac", aeronaves cilíndricas e esféricas, além de imagens de formações coordenadas avistadas sobre navios militares. Um elemento central no conjunto de vídeos é o registro da interceptação sobre o Lago Huron em 12 de fevereiro de 2023, quando um caça F-16, sob o código de chamada AESIR11, utilizou um míssil AIM-9X contra um UAP.
Parlamentares, incluindo membros do Comitê de Supervisão da Câmara, exigem a entrega imediata desses dados, alegando que objetos operando próximos a ativos militares representam uma ameaça direta à prontidão das forças armadas. Anteriormente, a Força-Tarefa considerou insuficientes as respostas do Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios (AARO) sobre interceptações ocorridas desde 2004, conforme exigido pela Lei de Autorização de Defesa Nacional para o ano fiscal de 2026. O Secretário Hegseth havia confirmado anteriormente que estava trabalhando para cumprir a diretriz do Presidente Trump, alertando sobre a necessidade de um "processo deliberativo" para avaliar os interesses nacionais.
O desrespeito ao prazo rigoroso estabelecido pelo Congresso sinaliza uma falha grave nos mecanismos de supervisão ou uma escalada na resistência do Poder Executivo às demandas por transparência. Em resposta à pressão, um porta-voz do Departamento de Guerra informou, em 15 de abril de 2026, que o AARO está colaborando ativamente com a Casa Branca e outras instâncias para consolidar as coleções de registros de UAPs. Os legisladores ressaltam que já existe tecnologia para desfocar cenários sensíveis e que "a desculpa da segurança nacional está sendo usada para ocultar a falta de prestação de contas".
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Fontes
El Heraldo de M�xico
Charisma Magazine
Newsmax.com
Daily Star
The Fringe Feed
Medium
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