
Jesus
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Autor: lee author

Jesus
❓PERGUNTA:
Querido lee, ajude-me a explicar ao meu marido o que é o amor incondicional. Eu sei que há muita informação sua sobre este tema, mas não consigo explicar ao meu marido como você consegue! Às minhas explicações de que amar incondicionalmente não significa possuir, mas sim amar como se é, ele diz que você não ama um transeunte, você não o conhece, e vive comigo por algumas das minhas qualidades e assim em tudo, nós amamos sempre por algo e, em certo ponto, ele tem razão. A minha personalidade não ama os vizinhos, eles causam transtornos, embora eu compreenda que somos partes de uma mesma consciência e eles, e eu, somos parte de tudo, mas estes vizinhos causam transtornos a muitos outros… Eu compreendo que o amor-próprio é, acima de tudo, a aceitação de si mesmo e o NÃO sofrimento, mas sim uma atitude consciente perante o que acontece; talvez o amor incondicional seja precisamente o amor-próprio…
❗️RESPOSTA lee:
Sim, isso começa com o Amor por si mesmo sem condições. Isso significa que não existem condições sob as quais você se ama, e cujo não cumprimento cria culpa.
Amar sem condições é não estabelecer condições para as SUAS sensações em relação a alguém. Independentemente do que a outra pessoa faça, as suas SENSAÇÕES são estáveis.
Na prática — viver fora de julgamentos, «não julgueis…», como dizia Jesus. Nas suas conversas particulares, aliás, isso era a base para explicar a essência do Amor.
Nem a si mesmo, nem ao outro — não julgue.
Isto não é o mesmo que «fazer sexo com cada pessoa que encontra», nem o mesmo que «justificar as ações dos outros». Também não nega a possibilidade de sentir atração (por exemplo, sexual) por uma pessoa e não ter qualquer interesse por outra.
Viver fora de julgamentos significa aproximadamente — «olhe para os seus reflexos nos outros e faça a escolha do que lhe agrada, e aquilo que não lhe agrada, não prenda a sua atenção a isso». Neste caso, o comportamento negativo do vizinho não é motivo para você carregar emoções negativas dentro de si. Você reconhece a presença nele de um «filtro do ego», que cria o mundo dele exatamente dessa forma. E em si mesmo, você reconhece as frequências (crenças, pensamentos) que o levaram ao contacto com a experiência indesejada.
Se houver julgamento, a mente procurará causas no vizinho. Se houver Amor, você verá as causas em si mesmo.
Ao mesmo tempo, «causas em si mesmo» não é motivo para se julgar, mas sim um motivo para mudar pensamentos-crenças. O Amor ajuda a mudar de forma a observar exclusivamente eventos alegres. E isso só é possível se forem abandonados julgamentos do tipo «este é mau e aquele é bom», que deixam EM VOCÊ EMOÇÕES resultantes do comportamento de alguém.
Desta forma, o Amor serve precisamente a você — totalmente!
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