Tom's Guide Divulga Classificações de Autonomia de Bateria de Smartphones de 2026

Editado por: Tetiana Pin

A equipe do Tom's Guide revelou os resultados de seus testes de resistência de bateria, estabelecendo um novo patamar de desempenho para os smartphones em 2026. Este levantamento, que avaliou dispositivos lançados nos últimos 18 meses, aponta os líderes atuais em longevidade de energia, um critério fundamental para os consumidores em um mercado onde a dependência de dispositivos móveis é constante.

O protocolo de avaliação padronizado do Tom's Guide é rigoroso, consistindo em um ciclo ininterrupto de navegação em páginas da web por meio de conexão celular até a exaustão total da carga. Sob estas condições, a autonomia média para um smartphone moderno foi de aproximadamente 11 horas de uso contínuo. Os dados consolidados colocam o OnePlus 15 no topo do ranking, registrando 25 horas e 13 minutos de funcionamento. O OnePlus 15R seguiu com 21 horas e 54 minutos, enquanto o Asus ROG Phone 9 Pro atingiu mais de 20 horas em seu modo adaptativo. A instituição concluiu que o OnePlus 15 proporciona a autonomia máxima, equivalente a mais de dois dias de operação sob uso intensivo.

A ascensão de marcas como OnePlus e Asus reflete uma evolução tecnológica no setor, onde dispositivos de ponta superaram a antiga expectativa de autonomia de um dia. Essa melhoria é impulsionada por inovações em materiais, notadamente a tecnologia de bateria de silício-carbono. Moon Sung-Hoon, Vice-Presidente de P&D de smartphones da Samsung, confirmou que a Samsung está preparando ativamente a integração dessa tecnologia, que substitui o ânodo de grafite tradicional para alcançar maior densidade energética. Marcas como a Honor já haviam introduzido comercialmente essa química a partir de 2023.

A cautela da Samsung, historicamente ligada ao recall do Galaxy Note 7 em 2016, contrasta com a adoção por concorrentes como Xiaomi e Motorola. O Asus ROG Phone 9 Pro, um aparelho focado em jogos com chipset Qualcomm Snapdragon 8 Elite e tela LTPO AMOLED de 185 Hz, demonstrou notável resistência, posicionando-se entre os líderes, o que sugere uma otimização energética generalizada. Este modelo, equipado com uma bateria de 5800 mAh, compete efetivamente com modelos focados puramente em autonomia.

Em contraste, o iPhone 17 Pro Max, utilizando o chip A19 Pro e uma bateria de 4.832 mAh, registrou 17 horas e 54 minutos no ranking de janeiro de 2026, evidenciando que a eficiência do sistema operacional também é um fator crucial. Contudo, os líderes de autonomia, como o OnePlus 15 com seus 7.300 mAh, demonstram que a capacidade física ampliada, facilitada por novas químicas de bateria, continua a ser um diferencial significativo. A pressão competitiva sinaliza que a busca por autonomia superior a dois dias de uso intenso seguirá sendo um motor de inovação no ecossistema de smartphones.

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Fontes

  • OBOZREVATEL

  • Tom's Guide

  • AppleInsider

  • MacRumors

  • ExtremeTech

  • CNET

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