Avanço da IA em 2025 Redefine a Visualização Científica de Espécies Extintas

Editado por: Olga Samsonova

O ano de 2025 estabeleceu um marco no setor educacional, impulsionado por progressos na Inteligência Artificial (IA) que permitem a criação de simulações visuais de criaturas extintas com um realismo inédito. Esta capacidade tecnológica está redefinindo a divulgação científica e o entretenimento, desafiando percepções históricas sobre a pré-história.

A sofisticação dos modelos generativos atuais possibilita a produção de imagens e vídeos de alta fidelidade de dinossauros e outros seres pré-históricos, superando a precisão visual de produções cinematográficas anteriores. Essa fidelidade é catalisada por modelos de IA de alta definição, como a série Flux, e o Runway Gen-4, que demonstram coerência de cena e aderência a comandos textuais. Essa precisão é crucial para corrigir representações incorretas comuns, como a visualização de espécies extintas sem a plumagem correta, um detalhe que agora pode ser representado com exatidão.

A evolução da IA generativa, exemplificada pelo lançamento do Flux.2 em novembro de 2025, e o foco na fidelidade visual consolidam este ano como um período decisivo para a recriação de mídias históricas. Instituições de ensino e pesquisa estão integrando ativamente essa tecnologia para expandir seu alcance pedagógico. Um esforço precoce nesse sentido ocorreu em maio de 2024, quando a China Xinhua Sci-Tech promoveu conteúdo AIGC com o objetivo de conscientizar sobre a biodiversidade através da ressurreição digital de animais extintos.

O compromisso institucional com a aceleração da pesquisa científica foi destacado em julho de 2025, quando a Academia Chinesa de Ciências (CAS) apresentou o modelo ScienceOne na Conferência Mundial de Inteligência Artificial. Desenvolvido por doze institutos da CAS, incluindo o Instituto de Automação, o ScienceOne foi concebido para interpretar dados científicos complexos, como formas de onda e espectros, integrando extração de literatura e orquestração de ferramentas. Este modelo visa servir como uma base inteligente para inovação, reduzindo o tempo de revisão de literatura de dias para aproximadamente 20 minutos, com acesso a 170 milhões de artigos científicos.

Ferramentas antes restritas a grandes produções estão agora acessíveis a criadores independentes, como Matt Giambrone, que já havia se destacado com visualizações individuais, como a de um Deinonychus emplumado. Essa democratização tecnológica permite que curadores de museus e cineastas produzam recriações fotorrealistas da vida pré-histórica sem a necessidade de orçamentos de estúdio vultosos. A capacidade de gerar simulações fotorrealistas torna épocas remotas e espécies extintas extremamente acessíveis a um público amplo em 2025.

A convergência da IA com a visualização conceitual se estende para além da paleontologia, como ilustrado pela apresentação de cenários futuristas gerados por IA no final de março de 2025. Essa aplicação em cenários especulativos, juntamente com o desenvolvimento de modelos de vídeo avançados como o Runway Gen-4, que prioriza a consistência de personagens e o realismo de movimento, sinaliza um impacto abrangente da IA na simulação visual. A tecnologia não apenas recria o passado com maior exatidão, mas também molda a imaginação do futuro com ferramentas cada vez mais controláveis e fidedignas.

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Fontes

  • Notiulti

  • ReelMind.ai

  • Xinhua

  • Xinhua

  • Xinhua

  • China Economic Net

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