Warren Buffett Deixa o Cargo de CEO da Berkshire Hathaway no Final de 2025; Greg Abel Assumirá a Liderança
Editado por: Tatyana Hurynovich
Warren Buffett, o renomado investidor e presidente da Berkshire Hathaway, anunciou que deixará o cargo de CEO no final de 2025. A transição de liderança, que marca o fim de uma era para o conglomerado, verá Greg Abel, atual vice-presidente, assumir a posição de CEO.
Buffett, com 94 anos, declarou durante a reunião anual de acionistas em maio de 2025 que o momento era propício para a mudança. Ele expressou total confiança na capacidade de Abel para liderar a Berkshire Hathaway em sua próxima fase. Abel, que tem 62 anos, está na empresa desde 1999 e atualmente supervisiona as operações não seguradoras, incluindo negócios como a BNSF Railway e a Dairy Queen. Sua experiência no setor de energia, onde a Berkshire Hathaway Energy possui ativos superiores a 90 bilhões de dólares, é vista como um trunfo para a continuidade e crescimento da companhia.
A nomeação de Abel como sucessor foi confirmada pelo conselho da empresa em 2021, indicando um processo de sucessão cuidadosamente planejado. Buffett, conhecido como o "Oráculo de Omaha", permanecerá como Presidente do Conselho de Administração, mantendo seu envolvimento nas decisões estratégicas. Sob sua liderança, as ações da Berkshire Hathaway registraram um retorno aproximado de 5.502.284%.
Greg Abel, nascido em Edmonton, Canadá, construiu uma carreira sólida no setor de energia. Sua gestão na Berkshire Hathaway Energy tem sido elogiada por sua visão estratégica e abordagem prática. A Berkshire Hathaway, que começou como uma empresa têxtil em dificuldades e se transformou em um gigante corporativo avaliado em mais de um trilhão de dólares, mantém uma estrutura descentralizada que permite autonomia às suas subsidiárias.
A transição de liderança reflete um planejamento estratégico de longo prazo, com o objetivo de manter o legado de integridade e disciplina construído por Buffett, ao mesmo tempo em que permite que uma nova geração assuma as operações executivas.
Fontes
Business Insider
Financial Times
Reuters
DW
BBC News
Forbes
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